SETH participará da CONCLAT 2026 em Brasília pelo fim da Escala 6x1

Evento reunirá trabalhadores de todo o país para defender redução da jornada, valorização salarial e direitos trabalhistas

Destaques Sindicais - 7/4/2026 21:24:59 » Por Leonardo Lelis (MTB 56291SP)


Assista à entrevista feita pelo Programa Jornal do Trabalhador com o presidente do SETH, Sergio Paranhos, nesta terça-feira (07/04)


O SETH estará presente na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora 2026 (CONCLAT), que acontece no próximo 15 de abril, em Brasília/DF, informou o presidente do sindicato, Sergio Paranhos, em entrevista ao Programa Jornal do Trabalhador, nesta terça-feira (07/04).


As CONCLATs são conferências nacionais organizadas pelo movimento sindical brasileiro para unificar pautas e fortalecer a luta dos trabalhadores, reunindo representantes de entidades sindicais de todo o país para debater as reivindicações da classe trabalhadora e apresentá-las aos poderes públicos. “O conjunto de trabalhadores reunidos levará como bandeira principal o fim da escala 6x1”, afirmou Paranhos. A pauta também inclui outras bandeiras históricas, como redução de jornada sem redução de salários e a valorização do salário mínimo.


Após a plenária está prevista uma marcha até a sede do governo federal e do Congresso Nacional. “Vamos nos encontrar com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e com os presidentes da Câmara e do Senado”, explicou o dirigente.


A mobilização é fundamental para que as pautas dos trabalhadores avancem no cenário político nacional. O SETH participará da atividade em caravana junto aos demais sindicatos filiados ao Movimento Sindical Unificado (MSU) de São José do Rio Preto, levando representatividade da região para a capital federal.


Paranhos também destacou que a participação popular é essencial para fortalecer as reivindicações e garantir avanços efetivos. “Nós queremos, principalmente, o fortalecimento das negociações coletivas, porque muitas vezes é nelas que os trabalhadores conseguem direitos melhores do que aqueles previstos na CLT”, afirmou. “Essas mudanças só acontecem quando a classe trabalhadora está unida. Por isso é importante acompanhar, participar e se manifestar”, concluiu.