Assista à entrevista realizada pelo Programa Jornal do Trabalhador com o presidente do SETH, Sergio Paranhos, e o advogado do SETH, Dr. Alexandre Matta, nesta segunda-feira (02/02)
O Sindicato SETH participou, nesta segunda-feira (02/02), de audiência na Justiça do Trabalho referente à Ação Civil Coletiva que trata do não pagamento das verbas rescisórias aos ex-funcionários da empresa GF Serviços. A audiência ocorreu na Vara do Trabalho de São José do Rio Preto e contou com a presença do sindicato, por meio do presidente Sergio Paranhos e do advogado Dr. Alexandre Matta, além de representantes da GF e da Prefeitura de São José do Rio Preto.
Ao final da audiência, não houve qualquer apresentação de proposta por parte da empresa, o que inviabilizou a conciliação entre as partes. Dessa forma, o processo seguirá seu trâmite legal até o julgamento. “Todos sabem que tivemos que ingressar com essa ação porque a empresa não fez os pagamentos das verbas rescisórias. Agora, dependemos da Justiça do Trabalho para dar andamento e resolver essa situação”, afirmou o presidente Sergio Paranhos, ao Programa Jornal do Trabalhador.
Durante a audiência, a empresa apresentou sua defesa, que foi recebida pelo juízo. “A partir de agora, o Ministério Público do Trabalho será chamado a se manifestar, depois o sindicato, em seguida a empresa GF e, por último, o município. Após essas manifestações, o juiz irá proferir a sentença”, explicou Alexandre Matta.
O MPT atua no processo como terceiro interessado e terá prazo de 15 dias para apresentar sua manifestação. Na sequência, as partes se manifestarão de forma sucessiva: o Sindicato SETH até o dia 13/03/2026, a GF até 27/03/2026 e, por fim, o município até 15/04/2026. Encerrados esses prazos, a instrução processual será concluída e os autos seguirão para sentença do juiz do Trabalho, da qual ainda caberá recurso às partes.
Paranhos reforçou que o SETH acompanha o caso desde o início e já obteve importantes avanços para os trabalhadores, como a liberação de valores antecipados e a determinação judicial para entrega dos documentos rescisórios, guias do seguro-desemprego e liberação do FGTS. “As demais verbas rescisórias agora dependem do julgamento e a decisão final está nas mãos da Justiça. O sindicato segue acompanhando de perto e orienta que os trabalhadores procurem a entidade em caso de dúvidas”, concluiu.
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